Pular para o conteúdo principal

Água Ionizada tem um Profundo Efeito Desintoxicante em Todas as Células do Corpo

Você vai aprender agora uma receita que, à primeira vista, ninguém dá nada por ela de tão simples que é.

Mas leia esta matéria até o fim e você entenderá o porquê da eficácia dela.


Ela está no livro “Limpeza do fígado e da vesícula”, de Andreas Moritz, um conceituado médico naturalista alemão atualmente radicado nos Estados Unidos.
Segundo Andreas, a água ionizada tem um profundo efeito desintoxicante em todas as células do corpo.

Essa poderosa água, ainda segundo o autor, reduz as toxinas presentes no corpo, melhora a circulação e equilibra a bile.

E como é que o naturalista alemão explica a ação da água ionizada?

Ele diz que, ao ferver água durante 15 ou 20 minutos, ela se torna fina e assim seus conjuntos moleculares são reduzidos de 10.000 para apenas 1 ou 2 conjuntos.

Além disso, a água se carrega e se satura de íons negativos de oxigênio.
Informa Andreas Moritz em seu livro: “Quando bebemos pequenos goles dessa água durante o dia, começamos a limpar sistematicamente os tecidos do corpo e estamos ajudando a eliminar certos íons carregados positivamente (aqueles associados à acidez e às toxinas)”.

Química pura, não é?

Mas o funcionamento do nosso corpo é realmente um complexo sistema químico.
E Moritz dá uma clara explicação sobre uma importante parte desse sistema: “A maiorias das toxinas e dos detritos tem carga positiva e, portanto, naturalmente tendem a se anexar ao corpo, que está carregado negativamente. À medida que os íons negativos de oxigênio entram no corpo [por meio da água ionizada], são atraídos para o material tóxico carregado positivamente, transformando os detritos e as toxinas em matéria fluida, que é facilmente expelida pelo corpo”.

Simples e sensacional, não é?


E o efeito da água ionizada é rápido, conforme declara o autor: “Durante os dois primeiros dias, por vezes até semanas depois de limpar os tecidos dessa maneira, sua língua pode adquirir uma camada de cor branca ou amarela, dando indícios de que o corpo está eliminando muitos resíduos. Se estiver com excesso de peso, este método de limpeza pode ajudá-lo a perder vários quilos em curto espaço de tempo, sem os efeitos colaterais que normalmente acompanham a perda repentina de peso”.

A esta hora, você deve estar muito ansioso para saber como se prepara a água ionizada, não é mesmo?

É tudo muito simples, desde o preparo até o consumo.
Você vai colocar água para ferver (a quantidade varia de 600 mL a 1,2 L).
Use panela de vidro ou de inox.

Quando ela começar a fazer as bolhinhas da fervura, deixe no fogo por mais 15 ou 20 minutos.

Os íons de oxigênio serão produzidos pelas bolhas de água fervente da mesma forma que são produzidos quando a água de uma cachoeira cai no solo ou quando a água dos oceanos se quebra à beira-mar.

Depois coloque essa água numa garrafa térmica (as melhores são as de aço inoxidável; as de alumínio estão proibidas) para manter a água quente e ionizada durante o dia.
É preciso beber 1 ou 2 goles (pequenos goles) a cada meia hora durante o dia e beba a água quente, a temperatura mais quente que você pode suportar.

Na garrafa térmica, a água se manterá ionizada por 12 horas ou enquanto estiver quente.
De acordo com o médico naturalista, a água ionizada pode ser consumida sempre que você não se sinta bem, tenha necessidade de se desintoxicar, queira afinar/alcalinizar o sangue ou simplesmente queira se sentir mais energizado.

Moritz informa que algumas pessoas fazem esse tratamento por um tempo determinado, em geral de 3 a 4 semanas, enquanto outras o fazem continuamente, como forma de deixar o corpo limpo e mais resistente.

Por fim, uma informação importante: a água ionizada não substitui a ingestão regular de água, pois ela não hidrata as células como a água comum.

Sua função é outra: carregar o corpo de oxigênio para limpar as células.

FONTE:  curapelanatureza

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Nossos cérebros estariam encolhendo?

Sabemos que a nossa forma de vida atual, a evolução dos humanos, se devem ao nosso cérebro avantajado. Se não fosse por ele, ainda estaríamos desenvolvendo ferramentas rudimentares para caçar animais e não navegando na internet. Pensando assim seria natural que o nosso cérebro estivesse crescendo, certo? Mas a verdade é que ele está ficando cada vez menor. O cérebro dos nossos ancestrais de 30 mil anos atrás era um bocado maior – para ter uma idéia da diferença, feche sua mão e “subtraia” a parte do dedo mindinho e do anelar. Essa seria a quantidade de cérebro que nós “perdemos”. Mas não se desespere. Ter o cérebro menor não quer dizer que nós estamos ficando mais burros. Na verdade, pode significar justamente o oposto. Segundo Brian Hare, cientista da Universidade de Duke, um cérebro menor pode ser sinal de mais inteligência. Ele estuda chimpanzés e bonobos, ambos primatas muito similares aos humanos. Bonobos possuem cérebros menores, mas são menos violentos e prefere...

Café deixa você mais forte

Espinafre é receita antiga e o Popeye anda bem ultrapassado. Quer ficar forte mesmo? Tome umas xícaras de café. Pesquisadores da Universidade Coventry, no Reino Unido, testaram o efeito do café em camundongos velhos e jovens. Eles avaliaram o desempenho de dois músculos (diafragma e um músculo da perna), antes e depois de darem aos bichinhos uma dieta rica em cafeína. E, em ratos adultos e idosos, os músculos se tornaram mais fortes após o experimento. Os cientistas não sabem explicar a razão dessa melhora. Mas acreditam que o café ajuda a retardar o enfraquecimento muscular, que acontece normalmente ao longo dos anos. E isso poderia, por exemplo, reduzir os números de quedas bobas entre as pessoas mais velhas. Segundo a pesquisa, a cafeína também aumenta a força muscular entre os adultos. A cafeína também tem outras vantagens. Dizem que ela pode aprimorar a memória e o raciocínio lógico. Mas, calma, antes de sair por aí enchendo a cara de café, vale lembrar de algu...

Aprender um segundo idioma tem um efeito protetor contra Alzheimer

Segundo uma nova pesquisa, o cérebro das pessoas bilíngues funciona melhor e por mais tempo depois de desenvolver mal de Alzheimer, o que sugere que aprender um segundo idioma tem um efeito protetor contra a doença. Os pesquisadores testaram cerca de 450 pacientes que tinham sido diagnosticados com mal de Alzheimer. Metade deles era bilíngue, e a outra metade só falava uma língua. Embora todos os pacientes tivessem níveis semelhantes de disfunção cognitiva, os bilíngues tinham sido diagnosticados com mal de Alzheimer cerca de 4 anos mais tarde. Da mesma forma, as pessoas bilíngues relataram que seus sintomas haviam começado cerca de 5 anos mais tarde do que aqueles que só falavam uma língua. Segundo os pesquisadores, os pacientes bilíngues tinham o mesmo nível de comprometimento, mas eram 4 ou 5 anos mais velhos, o que significa que eles foram capazes de lidar com a doença por mais tempo. Varreduras do cérebro de pacientes com Alzheimer mostraram que, entre os pacie...

Ciência investiga 'Googles humanos', pessoas que nunca esquecem

O americano Robert Petrella (foto ao lado) tem uma memória fora do comum: ele é capaz de memorizar todos os números de telefone armazenados em telefones celulares e, ao olhar uma única fotografia de um lance de um jogo do seu time de coração, o Pittsburgh Steelers, é capaz de dizer a data da partida e o escore final. Petrella tem uma síndrome raríssima, chamada Memória Autobiográfica Altamente Superior (HSAM, na sigla em inglês), na qual o paciente não se esquece de quase nada do que aconteceu com ele na vida. Quem tem essa condição é capaz de se lembrar o que comeu no almoço hoje ou três anos atrás, ou de recordar com detalhes as notícias que leu no jornal há décadas. Mesmo se quiserem, essas pessoas não podem apagar memórias como o fim de um namoro ou as lembranças de um acidente. "Eu notei isso durante o ensino secundário, me dava conta que nem todos recordavam o que eu conseguia lembrar, e pensava que era algo incomum, como ser canhoto ou algo assim. Mais tarde, notei ...

CIENTISTA INGLÊS CRIA CURATIVO INSPIRADO EM MEL

Inspirado pela estrutura química do mel, o cientista britânico Paul Davies, dono da empresa Archimed, desenvolveu um novo tipo de curativo que apressa a cicatrização. Para gente como o paciente Leonard Halsted, que ficou meses com uma ferida aberta na perna após uma operação para retirada de um tumor, a diferença pode ser crucial. Em poucas semanas com o novo curativo, a ferida começou a fechar. "A cura foi quase milagrosa, a velocidade com que atuou, como ela diminuiu, inclusive a dor, em questão de dias. Em uma ou duas semanas, estava cicatrizada", disse Halstead. O curativo usa duas camadas de gel onde iodo e oxigênio interagem, pensando no mel, Paul Davies combinou iodo e oxigênio em duas camadas de gel que interagem vagarosamente. Ele afirma que isso proporciona uma dupla ação, já que o iodo mata bactérias e o oxigênio estimula os glóbulos brancos do sangue que também matam bactérias, reforçando as defesas naturais do corpo. Só a Grã-Bretanha g...

Somos programados para acreditar em Deus?

Algumas habilidades humanas, tais como a música, são tratadas como dons: alguns parecem “ter nascido para a música”. No entanto, tarefas como andar e falar são comuns a todas as pessoas saudáveis, todos fomos “nascidos para andar” ou para falar. Será que é possível incluir a tendência de crer em Deus em um destes dois grupos? Acreditar em uma divindade é algo que vem naturalmente com o ser humano ou não? Um autor norte-americano, Justin Barrett, acredita que sim. Ao analisar pesquisas antropológicas de várias universidades americanas, ele defende que quase todos nós nascemos naturalmente “crentes em Deus”. Isso significa que, usando a lógica do andar ou falar, estamos naturalizados com a religião e a crença tão logo ela nos é apresentada, ainda na primeira infância. Seria uma tendência incluída na mente desde o nascimento. Um estudo psicológico com bebês de 9 meses de idade, conduzido pela Universidade Emory (Atlanta, EUA), fez experimentos cognitivos. Os pesquisadore...

Porque você sempre esquece o que ia fazer?

Você já entrou em uma sala e esqueceu o que ia fazer lá? Sim, você e todo mundo. Pelo menos agora a ciência explica o porquê: o problema é a entrada. “Quando você passa de um local para outro, seu cérebro identifica cada um como um novo evento, e prepara a memória para capturá-lo”, afirma o autor do estudo e professor de psicologia da Universidade de Notre Dame, Gabriel Radvansky. Como os capítulos de um livro, cada entrada marca o fim de um episódio e o começo de outro, pelo menos para o seu cérebro. “Isso torna difícil reviver memórias anteriores porque elas já foram arquivadas”, afirma o autor. Radvansky sugere levar um lembrete com você. “Por exemplo, se você vai da sala para a cozinha pegar um lanche, você talvez esqueça o que ia fazer quando chegar lá, já que é um novo evento. Mas, facilita se você levar algo que o lembre do que queria, como um pote”. Mas quem deixa potes na sala? Você pode fazer um pote com suas mãos quando estiver indo para a cozinha. Se ...

5 provas científicas de que psicopatas estão em todos os lugares

Como você define um psicopata? Assassinos em série como o Jason ou o Freddy Krueger? Atiradores que entram em escolas e matam diversas pessoas? Na verdade, o que define uma psicopata é o seu comportamento, normalmente impulsivo e egocêntrico. Claro que alguns deles partem para o mundo do crime. Mas a falta de empatia não é necessariamente um fator determinante de que a pessoa sairá por aí assassinando todo mundo: existem psicopatas do bem! A ciência inclusive tenta entender como esses comportamentos podem afetar a sociedade como um todo. Por isso, confira 5 coisas que a ciência fala sobre os psicopatas: 1. Você cruza com um psicopata todos os dias Você sabia que a ciência estima que existe um psicopata para cada grupo de cem pessoas? Pensando dessa maneira, é bem provável que você cruze com uma dessas pessoas diariamente! Pode ser na rua, na escola, no trabalho ou no ônibus: o fato é que existe uma chance, inclusive, de um psicopata estar em seu círculo de amigos o...